25/1/09
Medo de amar
                         
Â
Quero
Imagino
Me aproximo
Â
Deixo
Sinto
Desconfio
Racionalizo
Â
Duvido
Comunico
Enlouqueço
Â
Recomeço…
Medo de amar
André Dametto
                         
Â
Quero
Imagino
Me aproximo
Â
Deixo
Sinto
Desconfio
Racionalizo
Â
Duvido
Comunico
Enlouqueço
Â
Recomeço…
Medo de amar
André Dametto
Comentário por Du — 28 de janeiro de 2009 @ 18:41
.ah amor. eu já nem tento classificar, adjetivar, entender completamente.
.pq a cada novo amor, eu me surpreendo, aprendo, decepciono, recomeço.
.o medo de amar sempre existe. mas reconheço que sou daquelas pessoas em que o friozinho do receio só contribui para acentuar a chama pela nova descoberta….
.abraço.
Comentário por Anderson — 29 de janeiro de 2009 @ 13:34
Mto interessante o seu poema. Com poucas palavras, descreve o trio euforia-dúvida-receio que acontece sempre q alguém novo aparece de repente no nosso destino. Mas tudo é aprendizado não é mesmo?
Até mesmo no meio dos traços modernos de Burle Marx, é possÃvel se encantar muito mais por listras coloridas em uma camisa. Seriam elas linhas do destino ou barras de uma prisão?
Comentário por Nair Dametto — 3 de fevereiro de 2009 @ 20:47
Romantismo
Quem tivesse um amor, nesta noite de lua,
para pensar um belo pensamento
e pousá-lo no vento!…
Quem tivesse um amor - longe, certo e impossÃvel -
para se ver chorando, e gostar de chorar,
e adormecer de lágrimas e luar!
Quem tivesse um amor, e, entre o mar e as estrelas,
partisse por nuvens, dormente e acordado,
levitando apenas, pelo amor levado…
Quem tivesse um amor, sem dúvida nem mácula,
sem antes nem depois: verdade e alegoria…
Ah! Quem tivesse… (Mas quem tem? Quem teria?)
CecÃlia Meireles